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Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria – Verdade de fé da Igreja

Celebramos hoje com toda a Igreja a festa da Assunção de Nossa Senhora. O Dogma de fé proclamado pela Igreja da Assunção de Nossa Senhora trata-se de relatos dos Cristãos conservados incólumes até hoje, de acordo com a história, Maria adormeceu suavemente no Senhor  aos 72 anos depois de terminar a sua missão na terra de educar e formar a Igreja assim como educou seu Divino filho, Nosso Senhor.

Partindo da mesma vontade do Verbo Divino de ter uma mãe, nosso Senhor tomou a humanidade do corpo de sua Mãe, sua carne era a carne de sua Mãe, seu sangue era o sangue de sua Mãe, Nosso Senhor Jesus Cristo desejou que Nossa Senhora permanecesse ao seu lado na vida eterna intercedendo por todos nós, Cristo desejou que sua Mãe, fosse também nossa mãe ao entregá-la a João aos pés da Cruz e a elevou para junto de si terminado o seu ministério terreno.

Quis Nosso Senhor dar esta suprema consolação à sua Mãe Puríssima e aos seus apóstolos e discípulos que assistiram ao descanso eterno de Nossa Senhora, entre os quais se sobressai S. Dionísio Aeropagita, discípulo de s. Paulo e primeiro Bispo de Paris, o qual nos conservou a narração desse fato. Diversos Santos Padres da Igreja contam que os Apóstolos foram milagrosamente levados para Jerusalém na noite que precedera o desenlace de Nossa Senhora. 

A história refere que os Cristãos fiéis de Jerusalém, ao saberem da notícia da Páscoa de sua Santíssima Mãe vieram em multidão prestar-lhe as últimas homenagens, acontecendo naquele momento e lugar, inúmeros milagres ao redor da relíquia de seu Imaculado Corpo.

Três dias depois chegou o Apóstolo São Tomé e pediu para ver o corpo de Nossa Senhora, quando retiraram a pedra, o corpo já não mais se encontrava e do túmulo se exalava um perfume de suavidade celestial! Como o seu Filho e pela virtude de seu Filho, a Virgem Santa ressuscitou ao terceiro dia. Os anjos retiraram o seu corpo imaculado e o transportaram ao céu, onde ele goza de uma glória inefável ao lado de Jesus.  Os Apóstolos, ao abrirem o túmulo da Mãe de Deus para satisfazer a piedade de São Tomé e ao desejo de todos eles, não encontrando mais ali o corpo de Nossa Senhora, perceberam que Ela havia ressuscitado e foi assunta ao céu! 

Não era preciso ver à ressurreição para crer no fato, era uma dedução lógica decorrente das circunstâncias celestiais de sua morte, de sua santidade, da dignidade de Mãe de Deus, da sua Imaculada Conceição, da sua união com o Redentor, tudo isso constituía uma prova irrefutável da Assunção de Nossa Senhora. 

Esse glorioso mistério da Assunção da Mãe de Deus também foi encontrado nos escritos dos Santos Padres e Doutores da Igreja, dos primeiros séculos, e relatadas no Concílio geral de Calcedônia, em 451. 

Sendo concebida sem pecado original, e por ser Santa e puríssima, a menina amada dos olhos de Deus, Maria não precisaria passar pela morte, mas assim desejou, sendo algumas hipóteses levantadas por Padres e doutores da Igreja:

1) Para refutar, de antemão, a heresia dos que mais tarde pretenderiam que Maria Santíssima não tivesse sido uma simples criatura como nós, mas pertencesse à natureza angélica. 
2) Para em tudo se assemelhar ao seu divino Filho. 
3) Para não perder os merecimentos de aceitação resignada da morte. 
4) Para nos servir de modelo e ensinar a bem morrer. 

Maria está sentada ao lado de Seu Divino filho, com o coração cheio de amor, cheia de glória como seu filho Jesus Cristo, pois é a mesma glória que envolve o filho e a mãe! Cheia de graça a nossa rainha está formosa e resplandecente, revestida de sol a nossa espera, desejosa de sermos merecedores de estarmos em vossa presença e deu seu filho, nosso Senhor e Rei do universo!

Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo! Amém.

Referências: Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem – São Luís Maria Grignion de Montfort.

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